domingo, 26 de maio de 2013

O que é o Kali Linux?

Funcionalidades do Kali Linux

Kali é uma reconstrução completa do BackTrack Linux, que adere totalmente aos padrões de desenvolvimento do Debian. Uma infraestrutura completamente nova foi montada, todas as ferramentas foram revistas e empacotadas, e nós utilizamos Git como nosso Sistema de Controle de Versões.
  • Mais de 300 ferramentas de testes de intrusão: Depois de rever cada ferramenta que estava incluída no Backtrack, eliminamos um grande número de ferramentas que não funcionavam, ou para as quais havia outra ferramenta com funcionalidade semelhante.
  • É, e sempre será gratuito: Kali Linux, como seu predecessor, é completamente livre, e sempre permanecerá como tal. Você nunca, nunca terá que pagar pelo Kali Linux.
  • Repositório Git livre: Somos proponentes convictos do software de código aberto e nossorepositório está disponível para todos que todos vejam e todos os fontes estão disponíveis para aqueles que desejem adaptar e remontar os pacotes.
  • Complacente com o padrão FHS: Kali foi desenvolvido para aderir ao Padrão Hierárquico do Sistema de Arquivos (ou FHS da sigla em inglês), permitindo que todos os usuários Linux facilmente localizem arquivos binários, de apoio, bilbiotecas, etc.
  • Vasto suporte à dispositivos wireless: Construímos o kali Linux para suportar tantos dispositivos wireless quanto pudemos, permitindo que o mesmo executasse adequadamente numa vasta gama de hardware e o tornando compatível como diversos outros dispositivos sem fio e USB.
  • Kernel adaptado para injeção de pacotes: Como consultores de testes de intrusão, a equipe de desenvolvimento às vezes precisa fazer avaliações em redes sem fio, então nosso kernel já inclui os últimos patches de injeção de pacotes.
  • Ambiente de desenvolvimento seguro: A equipe do Kali Linux é formada de um pequeno grupo de pessoas de confiança as quais só podem submeter pacotes e interagir com os repositórios usando múltiplos protocolos de segurança.
  • Repositórios e pacotes com assinaturas GPG: Todos os pacotes do Kali são assinados por cada desenvolvedor individual quando eles são construídos e submetidos ao repositório, que em seguida assina os pacotes também.
  • Múltiplos idiomas: Embora as ferramentas usadas em testes de intrusão tendam a ser escritas em inglês, nós nos asseguramos que o Kali possuísse um suporte a idiomas real, permitindo que mais usuários o operassem no seu idioma nativo, e encontrasse as ferramentas de que precisa para realizar suas tarefas.
  • Totalmente customizável: Nós entendemos perfeitamente que nem todos irá concordar com nossas decisões de design, então tornamos o mais fácil possível que nossos usuários mais aventureiros to customizem o Kali Linux ao seu gosto, através de todo o sistema até o kernel.
  • Suporte à ARMEL e ARMHF: Já que os sistemas baseados em processadores ARM estão se tornando mais e mais presentes e baratos, sabíamos que o suporte a processadores ARM no Kali precisaria ser o tão robusto quanto pudéssemos gerenciar, o que resultou em instaladores funcionais tanto para sistemas ARMEL quanto para ARMHF. Kali Linux tem repositórios ARM integrados com a distribuição principal, então ferramentas para ARM serão atualizadas em conjunto com o resto da distribuição. Kali atualmente está disponível para os seguintes dispositivos ARM:
Kali é especialmente indicado para testes de intrusão, então toda a documentação deste site pressupõe um conhecimento anterior do sistema operacional Linux.
Fonte: Kali

domingo, 19 de maio de 2013

Preparação para as Certificações




O que é Visual CertExam Suite?
Visual CertExam Suite é um mecanismo de teste projetados especificamente para preparação para o exame de certificação. Ele permite a você criar, editar e fazer testes de prática em um ambiente muito semelhante a um exame real.
Visual CertExam Suite inclui duas aplicações:
  • Visual CertExam Designer permite criar e editar seus próprios exames de prática profissional. Ele é projetado principalmente para os autores envolvidos no desenvolvimento do exame de prática.
  • Visual CertExam Manager organiza os exames criados no Visual Designer CertExam e apresenta-los ao tomador exame. Os Visual CertExam Interface Manager funciona como uma simulação realista do exame de certificação atual. 

Imagens do Visual CertExam Manager:
 



Bem-vindo ao ExamCollection.com!

Alguma vez você já preparado para um exame de certificação usando PDFs ou braindumps? Se sim, então eu acho que você vai concordar comigo que o uso de software teste de prática é muito mais confortável e eficiente para se preparar.
Aqui você pode baixar os testes de treinos livres para tais certificações como MCSE, MCDBA, MCSD, A +, Network +, Security +, CCNA, CCNP, e assim por diante. Todos os testes neste site foram criados com Visual CertExam Suíte . Visual CertExam Suite é um simulador de exame desenvolvido para preparação para o exame de certificação. Você também pode usá-lo como um substituto Trandumper. Arquivos com extensão VCE pode ser aberto com este programa.


Fontes:  Avanset
            ExamCollection
 

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Free Firewall Browser para Solução de Problemas e Melhor Gerenciamento


A SolarWinds lançou sua nova ferramenta gratuita Firewall Browser, que permite que os profissionais de TI possam solucionar problemas de firewalls e gerenciar facilmente todas as solicitações feitas, a partir do seu ambiente desktop. A ferramenta simplifica os desafios inerentes ao conjunto de regras baseadas em pesquisas de endereço ou de serviço. Além disso, SolarWinds Firewall Browser é a única ferramenta gratuita de busca e configuração de firewall que suporta pesquisas mixed-vendor, a partir de uma única interface.

A ferramenta traz ainda a capacidade de importação e busca ilimitada (Cisco, Check Point e Netscreen Configurations); regras de pesquisa e objetos com base no endereço IP, nome, serviço ou porta; capacidade para verificar se uma solicitação já foi tratada pelas regras de segurança, além de possibilitar a descoberta das melhores regras e objetos que podem ser reutilizados para fazer uma determinada modificação.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Revistas de TI Gratuitas




RTI - Redes, Telecom e Instalações é uma revista técnica, mensal, dirigida aos profissionais de TI, redes
e telecomunicações. Sua proposta editorial é cobrir tanto as infraestruturas (instalações) quanto as tecnologias de comunicação – de data centers a backbones de longa distância; de serviços de voz tradicionais a sistemas de segurança, telefonia móvel e multimídia; de linhas em cabos de cobre a comunicações ópticas e sem fio.

Uma publicação indispensável para a perfeita implantação e operação de redes, sejam elas de grandes corporações, de operadoras ou de provedores de serviços.  
 
Revista RTI



A Revista Espírito Livre teve seu início de atividades em Janeiro de 2009, tendo a sua primeira edição em Abril de 2009. A Revista Espírito Livre visa ser uma publicação em formato digital, a ser distribuída em PDF, gratuita e com foco em tecnologia, cultura livre, Internet, sempre tendo como plano de fundo o iniciativas como o software livre. A publicação já completou seu segundo ano de existência em sua edição de nº 25, em Abril de 2011. A periodicidade da Revista Espírito Livre é mensal.

Revista Espírito Livre


O informationweek está composto por oito blocos: a visão estratégica da empresa; inovação, recursos humanos, a equipe de TI, o papel da TI e a governança de TI nesse contexto; a estratégia da TI para suportar o Plano Estratégico da empresa; os investimentos previstos; e a relação da TI com os seus fornecedores.

Revista Informationweek


O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) foi criado pela Portaria Interministerial nº 147, de 31 de maio de 1995 e alterada pelo Decreto Presidencial nº 4.829, de 3 de setembro de 2003, para coordenar e integrar todas as iniciativas de serviços Internet no país, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados.
Composto por membros do governo, do setor empresarial, do terceiro setor e da comunidade acadêmica, o CGI.br representa um modelo de governança na Internet pioneiro no que diz respeito à efetivação da participação da sociedade nas decisões envolvendo a implantação, administração e uso da rede. Com base nos princípios de multilateralidade, transparência e democracia, desde julho de 2004 o CGI.br elege democraticamente seus representantes da sociedade civil para participar das deliberações e debater prioridades para a internet, junto com o governo.


Revista da CGI.BR



 A revista mensal brasileira sobre tecnologia, inovação, empreendedorismo digital e tendências, publicada pela Editora Abril e líder em seu segmento desde o surgimento.A Info possui ampla cobertura de informática tanto para uso pessoal como corporativo, indo desde a aplicação de determinados programas e sua forma de utilização, até o desempenho de variados hardwares, sempre, segundo a própria revista, testados por sua equipe. Também inclui reportagens sobre tendências científicas e tecnológicas.


Revista Info


 A Revista Segurança Digital é gratuita, em formato digital e aborda bimestralmente temas de Segurança da Informação, para mostrar a sua importância para os usuários e/ou corporações de todos os níveis...


Revista Segurança Digital


Há 13 anos, em Novembro de 1999, foi lançada a primeira revista da comunidade Linux brasileira. A Revista do Linux foi editada pela Conectiva Informática, empresa que desenvolveu a primeira distribuição do sistema operacional Linux fora dos Estados Unidos e Europa.

A Revista do Linux veio com a proposta de promover o uso do Linux e suprir a falta de literatura de apoio ao Linux em português. Possuía seções específicas para cada público, com artigos técnicos de alto nível, análise de aplicativos, notícias, curiosidades, entrevistas e tutoriais. Como estímulo a experimentação dos produtos, a revista vinha acompanhada de um CD como brinde, por edição, com aplicativos desenvolvidos para Linux ou até distribuições Linux completas.

Revista do Linux

Veja formas simples e gratuitas de estudar para certificações em TI

Por muitos anos, certificações em tecnologia da informação (TI) têm sido debatidas por profissionais da área. Alguns acreditam que elas são a chave para um emprego ou um salário melhor. Enquanto outros afirmam que elas só valem no papel. 

Para profissionais da área que estão em busca de certificação para colocar um tempero a mais em suas capacidades, há maneiras de estudar para as provas sem gastar muito ou até sem gastar nada.
Afinal, não há como negar. O investimento em cursos para estudar para exames de certificação é, muitas vezes, caro, observa Tim Warner, um veterano de 15 anos de TI, escritor e treinador no CBT Nuggets, especializada em treinamento de TI.
Depois de frequentar aulas, você ainda tem de pagar para fazer os exames. "Em média, os preços da prova variam entre 150 dólares e 350 dólares, por tentativa", diz Warner. "Alguns fornecedores de TI, como a Microsoft têm promoções que diminuem pela metade o custo de inscrição. Mas, de qualquer forma, pode ser caro para muitos profissionais”, ressalta. Felizmente, há uma série de recursos livres e de baixo custo que podem ajudá-lo a estudar para realiza os exames de certificação. Veja abaixo.
Estude as possibilidades com seu empregador atual
Se você estiver em uma posição que sua empresa pode pagar por um curso de formação, fornecer materiais de estudo, ou oferecer outros recursos para obter certificações, não custa tentar. E mesmo que o empregador não pague, ele pode ser oferecer descontos e outras facilidades se for membro de uma organização que oferece tais benefícios.
Verifique os recursos de sua escola
Se você está atualmente matriculado em um curso de TI, pode verificar se seu departamento acadêmico tem recursos disponíveis, como acesso gratuito a ferramentas de desenvolvimento de software, sistemas operacionais, bem como quaisquer descontos de computadores e hardware.
Aproveite as edições de software voltado para estudantes. E não se esqueça da biblioteca da escola, onde você pode encontrar guias de certificação de estudo ou outros recursos úteis.
Considere programas do governo
Verifique os recursos que as organizações governamentais estão oferecendo. O programa do governo Brasil Mais TI oferece periodicamente cursos gratuitos para profissionais de TI. Dos 500 milhões de reais do governo federal destinados ao TI Maior, uma parcela de 1,4 milhão de reais foi direcionada para capacitação de jovens talentos. Esses novos profissionais receberão treinamento a distância pelo portal do programa.
Assine o Safari Books Online 
Esta biblioteca digital on demand oferece uma coleção de mais de 20 mil títulos de tecnologia, que incluem mídia digital e livros de desenvolvimento profissional e vídeos da O'Reilly Media, Addison-Wesley, Peachpit Press, Microsoft Press e muito mais.
O conteúdo é em inglês e você pode ler e assistir vídeos no computador ou tablet. Depois de um teste gratuito de dez dias ou mil visualizações de páginas, as taxas variam de 20 dólares a 43 dólares por mês ou 300 dólares a 473 dólares por ano.
Junte-se à IEEE Computer Society
Dedicado ao ensino técnico e colaboração, esse braço do Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos nos Estados Unidos oferece inúmeros recursos que você pode usar para estudar.
O site conta com mais de 600 livros online via Safari Books, 500 livros online da Element K e descontos em livros sobre TI. Também oferece 4,3 mil cursos online para muitas certificações técnicas e de negócios e exames de proficiência da Brainbench.
O site tem diferentes planos para assinantes, que variam de 49,50 dólares a 99 dólares (para profissionais), a 20 dólares a 40 dólares (para estudantes).
Participe de fóruns de discussão online
Quem melhor para obter conselhos de estudo e aprovação no exame de certificação do que outros que já passaram por isso? Os participantes de fóruns de discussão muitas vezes compartilham exatamente o que eles acharam útil ao estudar e fornecem um feedback geral sobre o exame.
Mas lembre-se que as questões exatas, provavelmente, diferem em cada exame. Importante: obter ou publicar questões literais de exames geralmente é estritamente proibido por aqueles que aplicam os exames.
Verifique se os fornecedores de TI oferecem recursos para certificação 
A maioria dos fornecedores de certificação fornece pelo menos alguns recursos livres básicos no site que você pode usar quando estiver estudando. Embora você provavelmente não encontre profundidade em materiais livres, pode ter acesso a artigos, blogs, vídeos, webinars, fóruns de discussão e outros conteúdos que podem ajudar.
Por exemplo, a Cisco oferece o Cisco Learning Network, a Microsoft oferece o TechNet e o Microsoft Developer Network, a CompTIA o IT Pro Community e o CWNP provê acesso a recursos de aprendizagem sobre Wi-Fi.
Procure cursos online gratuitos de universidades 
A tendência crescente das universidades, incluindo o Massachusetts Institute of Technology (MIT), é oferecer aulas gratuitas online sobre temas de tecnologia. Embora a maioria desses cursos não é focada especificamente em certificações de tecnologia, eles podem ajudar na aprendizagem de uma variedade de tópicos em TI. A Coursera, por exemplo, realiza parcerias com várias universidades para oferecer cursos de sistemas de computadores, segurança e networking.
Verifique o acervo da biblioteca pública de sua cidade
Não se esqueça da biblioteca local. Você pode não encontrar livros atualizados para todas as certificações de TI ou tópicos, mas não faz mal verificar. Também consulte o site da biblioteca e parceiros que possam oferecer uma seleção maior.
Avalie o seu conhecimento com testes práticos
Não desperdice dinheiro para fazer um exame antes de estar pronto. Tire proveito de testes práticos para avaliar o que você sabe e o que precisa estudar mais. Apesar de as perguntas não serem as do exame real, elas devem cobrir temas semelhantes com base nos objetivos do exame.
Se você responder uma pergunta errada, tente compreender por qual razão a sua resposta está errada e as razões por trás da resposta correta. Uma rápida pesquisa no Google irá revelar muitos sites que oferecem esses testes, e você também pode encontrá-los em guias de estudo.
Ganhe experiência
Embora os métodos tradicionais de estudo sejam uma parte importante da preparação para um exame de certificação, contar com experiência prática da tecnologia que você está estudando é essencial para obter uma compreensão mais profunda sobre o tema.
Obter essa experiência pode ser relativamente fácil para aqueles que trabalham com TI, mas pode parece assustador para os outros. Confira as dicas abaixo.
Ferramentas de cloud
Para obter experiência prática sem ter de comprar e configurar o hardware necessário, considere o uso de nuvem. Por exemplo, o uso gratuito do Amazon EC2 Cloud permite acesso livre a plataformas Linux e Windows. Assim, você pode praticar comandos do Linux ou do Windows Server Administration. O Windows Azure oferece um teste de três meses que você pode usar para desenvolver software ou banco de dados.
Virtualização, Linux e particionamento
Quando você precisa trabalhar com outro software de virtualização de sistema operacional, como VMware Player, Windows Virtual PC ou VirtualBox é possível executar também outro sistema operacional - e suas apps - direito dentro do Windows.
Para sistemas operacionais baseados em Linux, você também pode começar a partir de um CD, que não requer a instalação de disco. Se você preferir fazer uma instalação completa de um sistema operacional, pode criar um dual-boot no PC.
Abaixo estão algumas dicas sobre maneiras baratas de ganhar alguma experiência prática por especialidade.
Rede
• Considere a criação de roteadores de código aberto ou livre como RouterOS, ZeroShell ou Endian para obter experiência de rede geral.
• Se você está estudando para uma certificação de rede - da Cisco ou Juniper, por exemplo – use emuladores para praticar comandos e simular configurações de rede. O código fonte aberto GNS3 Graphical Network Simulator, por exemplo, suporta Cisco IOS/IPS/PIX/ASA e Juniper JunOS.
• Para ganhar experiência com autenticação 802.1X ou para RADIUS, tente o open source FreeRADIUS ou o freeware TekRADIUS.
• Para a segurança da rede, considere fazer alguns testes de penetração em sua própria rede com o BackTrack.
Administração de Windows
Além das ferramentas baseadas em nuvem relacionadas acima, a Microsoft oferece testes gratuitos de Windows Server, Windows Small Business Server e outros produtos. Você também pode se inscrever para ter acesso aos recursos do Windows Server no site TechNet da Microsoft.
Banco de dados
Instale um servidor e manipule alguns dados, baixando a versão open source ou trial de seu banco de dados desejado, como MySQL, SQLite, PostgreSQL, Microsoft SQL Server, DB2, ou de produtos de banco de dados Oracle ou Sybase.
Desenvolvimento de software
• Considere efetuar o download da versão de avaliação gratuita de 90 dias do Microsoft Visual Studio para configurar um servidor web com Apache, por exemplo.
• Alunos, educadores e instituições, também têm em mente o programa DreamSpark da Microsoft, que oferece ferramentas de desenvolvimento de forma gratuita. Uma vez que você se inscreve no DreamSpark também pode receber 90 dias de acesso gratuito ao curso de .NET para Pluralsight, que é oferecido por dez dias gratuitamente para o público em geral.







sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Virtualização


Introdução




O conceito de maquina virtual surgiu no começo dos anos 70, pela IBM com sistema operacional operando em mainframe que suportava virtualização que era: OS/370[Goldberg 1973, Goldberg and Mager 1979] . Para fornecer ao usuário um cenário mono-usuario completo com suas próprias aplicações e sistema operacionais, completamente independente dos demais ambiente usuários.

Nos anos 80 a virtualização perdeu mercado pelo custo do hardware que ficou mais barato, não era viável virtualizar ,pois os novos hardware tinha um desempenho modesto com a virtualização . Não precisar mais ter computador de grande porte para suporta várias virtualizações , então era mais viável deixar cada usuário com máquina.

Com surgimento da linguagem Java nos anos 90, permitiu novamente a idéia de virtualização  implementando agora pela empresa Vmware sobre a plataforma Java,mas a Intel não deu todo suporte a virtualização. Agora no Várias linguagens são compiladas para máquinas virtuais portáveis e os processadores mais recentes trazem um suporte nativo à virtualização.


Conceito de virtualização


A virtualização consiste na emulação de ambientes isolados, capazes de rodar diferentes sistemas operacionais dentro de uma mesma máquina, aproveitando ao máximo a capacidade do hardware, que muitas vezes fica ociosa em determinados períodos do dia, da semana ou do mês.  Esse aproveitamento é maior devido à possibilidade de fornecer ambientes de execução independentes a diferentes usuários em um mesmo equipamento físico, concomitantemente.

Além disso, esse procedimento diminui o poder dos sistemas operacionais, que, muitas vezes, restringem o uso do hardware, quanto à utilização de software. Isso acontece porque softwares normalmente só rodam sobre o sistema operacional para o qual foram projetados para rodar. Diferentes sistemas operando em uma mesma máquina aumentam a gama de softwares que podem ser utilizados sobre o mesmo hardware.

Essa técnica, muito empregada em servidores, ainda tem como vantagem oferecer uma camada de abstração dos verdadeiros recursos de uma máquina, provendo um hardware virtual para cada sistema, tornando-se também uma excelente alternativa para migração de sistemas. (Professor Otto Duarte )

   


Virtualização total e para-virtualização

Existem duas formas de implementação dos monitores de máquina virtual: a virtualização total e a para-virtualização.

A virtualização total tem por objetivo fornecer ao sistema operacional visitante uma réplica do hardware subjacente. Dessa forma, o sistema operacional visitante é executado sem modificações sobre o monitor de máquina virtual (VMM), o que traz alguns inconvenientes. O primeiro é que o número de dispositivos a serem suportados pelo VMM é extremamente elevado. Para resolver esse contratempo, as implementações da virtualização total usam dispositivos genéricos, que funcionam bem para a maioria dos dispositivos disponíveis, mas não garantem o uso da totalidade de sua capacidade. Outro inconveniente da virtualização total é o fato de o sistema operacional visitante não ter conhecimento de que está sendo executado sobre o VMM, então as instruções executadas pelo sistema operacional visitante devem ser testadas pelo VMM para que depois sejam executadas diretamente no hardware, ou executadas pelo VMM e simulada a execução para o sistema visitante.Por fim, o último inconveniente da virtualização total é o fato de ter que contornar alguns problemas gerados pela implementação dos sistemas operacionais, já que esses foram implementados para serem executados como instância única nas máquinas física, não disputando recursos com outros sistemas operacionais. Um exemplo desse último inconveniente é uso de paginação na memória virtual, pois há a disputa de recursos entre diversas instâncias de sistemas operacionais, o que acarreta em uma queda do desempenho.


Figura 2: Virtualização total na arquitetura x86.
A para-virtualização é uma alternativa à virtualização total. Nesse modelo de virtualização, o sistema operacional é modificado para chamar o VMM sempre que executar uma instrução que possa alterar o estado do sistema, uma instrução sensível. Isso acaba com a necessidade de o VMM testar instrução por instrução, o que representa um ganho significativo de desempenho. Outro ponto positivo da para-virtualização é que os dispositivos de hardware são acessados por drivers da própria máquina virtual, não necessitando mais do uso de drivers genéricos que inibiam o uso da capacidade total do dispositivo.
Embora a para-virtualização apresentasse um ganho de desempenho significativo frente à virtualização total, essa disparidade tem sido superada devido à presença de instruções de virtualização nos processadores Intel e AMD, que favorecem a virtualização total. A tecnologia de virtualização da Intel é a IVT (Intel Virtualization Technology), codinome Vanderpool. A da AMD é a AMD-V (AMD-Virtualization), codinome Pacífica. Embora tenham sido desenvolvidas para o mesmo propósito, foram desenvolvidas de maneira independentes. Por esse motivo, há alguns problemas na portabilidade de máquinas virtuais de uma arquitetura Intel para a arquitetura AMD e vice-versa.
Portanto, tendo em vista as técnicas de virtualização, a decisão de qual melhor a técnica de virtualização para um dado ambiente está intimamente ligada a qual o processador da máquina física que vai hospedar as virtuais, bem como se o processador possui ou não uma extensão no seu conjunto de instruções que suporte a virtualização.


Figura 3: Para-virtualização na arquitetura x86.

(Diogo Menezes Ferrazani Mattos)


Tipos de Processadores

  • AMD Virtualization (AMD-V ™) Tecnologia


Tecnologia AMD-V é um conjunto de extensões de hardware que lhe permitem fazer melhor uso de seus recursos, em geral, melhorando seus servidores, clientes e data centers. Os processadores AMD Opteron ™ permitem que você alcançar a consolidação tremenda com até 12 núcleos e escalabilidade de memória enorme.
Alimentar notebooks ultrafinos para servidores blade, todos os processadores AMD enviados são projetados para usar AMD-V características.

CARACTERÍSTICAS
BENEFÍCIOS

Extensões de virtualização para o conjunto de instruções x86

Permite que o software de forma mais eficiente criar máquinas virtuais para que vários sistemas operacionais e suas aplicações podem funcionar simultaneamente no mesmo computador.

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Recursos de hardware que facilitam a troca eficiente entre as máquinas virtuais para a capacidade de resposta melhor aplicação.

Rapid Virtualization Indexing (RVI)
Ajuda a acelerar o desempenho de muitos aplicativos virtualizados, permitindo baseada em hardware de gerenciamento de memória da máquina virtual.

AMD-V ™ Extended Migration
Ajuda o software de virtualização com as migrações de máquinas virtuais entre todos os disponíveis AMD Opteron gerações. Para um olhar em profundidade Migração Extended, leia mais aqui .

I / O de virtualização
Permite o acesso direto do dispositivo por uma máquina virtual, ignorando o hypervisor para o desempenho de 

(AMD)

  • Intel é a IVT (Intel Virtualization Technology)
As tecnologias Intel® VT (Tecnologia de virtualização Intel®) e Intel® TXT (Intel® Trusted Execution Technology) e a arquitetura Intel® 64 exigem um sistema de computador com processador, chipset, BIOS, software e/ou sistema operacional habilitados para elas, drivers de dispositivo e aplicativos criados para esses recursos. O desempenho varia de acordo com a configuração.


Avanços no desempenho do processador estão transformando a maneira comoas organizações de TI utilizam dados de produtividade e melhorar o centro eeficiência energética.

Intel ® Xeon ® baseado em Intel ® Core ™ integrar hardware para virtualizaçãoem todos os componentes do servidor-chave, incluindo a Tecnologia de Virtualização Intel ® (Intel ® VT), ajudando as organizações de TI consolidar mais aplicativos e cargas de trabalho mais pesado em cada servidor para melhorar a confiabilidade, flexibilidade e custo total de propriedade (TCO).

Como a base da tecnologia da Intel de servidor mais avançado, microarquitetura Intel Core melhora o desempenho de virtualização através de cada parte da plataforma de servidor.

Tipos de Virtualização
  • Completa
A virtualização completa é quando utilizar toda infra-estrutura da maquina para virtualizar, isso o hardware precisar entender que estar rodando dentro de uma Virtual maquine. Sendo que não precisar modificar o sistema operacional nativo.

  • Paravirtulização
A paravirtulização consiste a emulação de uma arquitetura virtual maquine dentro de um sistema operacional, mas que não consiste em uma arquitetura física ou real.

  • Emulação
A máquina que simula um hardware completo, que esta sendo executada em um hardware totalmente diferente.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

O que é Linux?



Linux é ao mesmo tempo um Sistema Operacional e um Núcleo. O Kernel (Núcleo) foi criado em 1991 por Linus Torvalds, hoje em dia o Linux é mantido por desenvolvedores de todo o mundo (desde desenvolvedores individuais até empresas como a IBM, HP, Canonical).Foi desenvolvido pelo finlandês Linus Torvalds, inspirado no sistema Minix. O seu código fonte está disponível sob licença GPL para qualquer pessoa que utilizar, estudar, modificar e distribuir de acordo com os termos da licença. Inicialmente desenvolvido e utilizado por grupos de entusiastas em computadores pessoais, o sistema Linux passou a ter a colaboração de grandes empresas, como a IBM, Sun Microsystems, Hewlett-Packard (HP), Red Hat, Novell, Oracle, Google, Mandriva e a Canonical.

O Linux adota a GPL - O que significa (Entre outras coisas), que todos podem Utilizá-la, Distribuí-la e modifica-la. O Linux pode ser um ambiente seguro, moderno e principalmente estável para desktops e servidores. Assim que Linus Torvalds disponibilizou o Linux, ele disponibilizava o Kernel (núcleo) junto com alguns utilitários básicos. O usuário tinha que procurar até encontrar os outros programas o que é muito diferente de hoje em dia quando um simples CD de instalação do Ubuntu por exemplo já vem com uma gama de ferramentas.

As distribuições de GNU/Linux começaram a ter maior popularidade a partir da segunda metade da década de 1990, como uma FUGA para os sistemas operacionais Microsoft Windows e Mac OS. O Sistema começou a se popularizar no mercado de servidores (Pela estabilidade, segurança e economia). Hoje em dia, um Sistema Operacional Linux Completo é uma coleção de softwares (Livres ou não) criados por organizações ao redor do mundo tendo o Linux como seu Núcleo.
O kernel Linux
Inicialmente, o kernel Linux foi desenvolvido como um hobby por Linus Torvalds (então um estudante) com o objetivo de desenvolver seu próprio sistema operacional “Unix-like” que rodasse em processadores Intel 80386. Linus chegou a estudar o Minix, um sistema similar de autoria do famoso acadêmico Andrew Tanenbaum, mas não ficou satisfeito com a arquitetura deste (que não era um software livre, inclusive) e resolveu criar o seu próprio sistema. O projeto Linux foi publicamente lançado em 1991 em uma famosa mensagem para a Usenet.
Sistemas de arquivos suportados

O Linux possui suporte de leitura e escrita a vários sistema de arquivos, de diversos sistemas operacionais, além de alguns sistemas nativos. Por isso, quando o Linux é instalado em dual boot com outros sistemas (Windows, por exemplo) ou mesmo funcionando como Live CD, ele poderá ler e escrever nas partições formatadas em FAT e NTFS. Por isto, Live CDs Linux são muito utilizados na manutenção e recuperação de outros sistemas operacionais.
Distribuições Linux

Distribuição Linux é um sistema operacional Unix-like incluindo o kernel Linux e outros softwares de aplicação, formando um conjunto. Distribuições (ou “distros”) mantidas por organizações comerciais, como a Red Hat, Ubuntu, SUSE e Mandriva, bem como projetos comunitários como Debian e Gentoo montam e testam seus conjuntos de software antes de disponibilizá-los ao público.
Uma lista das distribuições hoje existentes:
ALT Linux, Arch Linux, Debian, gNewSense 3.0, BrDesktop, BRLix, Damn Small Linux, Freedows, Insigne GNU Linux, Ubuntu, Alinex, Caixa Mágica, Fluxbuntu, gNewSense, Gobuntu, Goobuntu, Jolicloud, Mangaka, Kubuntu, Kubuntu Netbook Remix, SimbiOS, KeeP-OS, Knoppix, Kurumin NG, DreamLinux, Big Linux, gnuLinEx, Resulinux, Rxart, Satux, Skolelinux, SuiteTelecentro, , Linux Educacional 3.0, Linux Mint, Ubuntu Netbook Remix, Ubuntu Studio, Ultimate Edition, Xubuntu, ZeVenOS, Xandros, Foresight Linux, Gentoo, Guaranix, Librix, Litrix Linux, Sabayon Linux, Tutoo, GoboLinux, Linux From Scratch, Neo Dizinha, Puppy Linux, Red Hat Linux, CentOS, Fedora, Ekaaty, Insigne GNU Linux - versão 3, Libertas, Muriqui, Vixta, Mandriva, PCLinuxOS, Yellow Dog Linux, Resulinux, Slackware Linux, GoblinX, Slax, Vector Linux, SuSE, OpenSuSE, SYSTEM AJUS, Hymera
Como escolher uma distribuição Linux para o Desktop
(PCWORLD) A julgar pelos números de popularidade rastreados tanto pelo site Distriwatch como por um estudo recente da LinuxTrends, o Ubuntu é claramente a “distro” mais popular. Não há como negar que o Ubuntu tem muitos benefícios para os usuários, mas ao mesmo tempo há muitas outras possibilidades, cada qual adicionando seu “tempero” próprio ao Linux.
Habilidade
Se você nunca usou o Linux antes, é melhor ficar com uma distribuição mais adequada aos usuários iniciantes. Esta é uma das principais características do Ubuntu, mas o Fedora, Linux Mint e o openSUSE também podem ser boas escolhas. Eu recomendaria o Ubuntu ou Fedora para um novo usuário.
Foco
Se seu trabalho (ou o de sua empresa) é focado em uma área específica, vale a pena dar uma olhada nas muitas versões “de nicho” do Ubuntu, como a EduBuntu (para educação) e UbuntuStudio (para músicos, artistas gráficos e produtores de vídeo).
Suporte
Cada distribuição tem sua própria comunidade online, que é geralmente o melhor lugar para conseguir ajuda gratuita quando problemas surgem. Antes de escolher uma distro, pode ser uma boa idéia “dar uma olhada” em sua comunidade visitando os fóruns onde os usuários se reúnem. Alguns são mais amigáveis do que os outros.
fonte: Ofina na Net